Nos motores a combustão interna, o movimento rotatório do virabrequim não é uniforme. Isso provoca vibrações que causam ruídos e podem gerar danos ao sistema.

Com motores a combustão interna cada vez mais potentes no mercado, as oscilações e vibrações produzidas nos veículos são maiores. Essas ações causam ruídos e danos diretos aos circuitos primário e acessório. Isso ocorre porque no motor a combustão interna, o movimento rotatório do virabrequim não é uniforme. Constantemente, o ciclo de combustão acelera e, em seguida, desacelera o virabrequim, provocando vibrações torcionais.

As cargas mais elevadas e o torque maior do motor exigem alto desempenho da movimentação do circuito acessório. Essas irregularidades rotacionais do virabrequim são transmitidas a todos os componentes da unidade de acessórios por meio das suas correias de acionamento. Em consequência disso, causam ruídos e podem gerar danos ao circuito acessório.

A Schaeffler, detentora das marcas LuK, INA, FAG e Ruville, identificou que as polias rígidas de alternador tradicionais não ajudam a reduzir as vibrações e os ruídos. A solução encontrada para o problema foi o desenvolvimento da polia de alternador de roda livre OAP, da marca INA.

A OAP é uma polia geralmente composta por uma unidade de roda livre com rolamentos de apoio radiais integrados, anel interior metálico, vedação e tampa protetora de plástico. Através da folga axial, a pista da correia ajusta-se automaticamente.

Estrutura

Isso melhora o comportamento de ruído da correia que entra no perfil, já que ela não é forçosamente guiada na roda de acionamento do gerador. O furo do anel interno das polias de roda livre é concebido e assim, não é necessário fazer alterações no eixo do alternador.

O anel interior é fixado no eixo por uma rosca fina. O dentado de entalhes serve para transmitir a força correta da polia à correia, sem patinação. Uma tampa protetora cobre a unidade de roda livre no lado frontal. Isso protege a polia contra sujeira e água. Além disso, a superfície da polia possui uma camada anticorrosiva.

Montagem

A polia e o anel interior dela são compostos por peças rotativas em aço. O torque de aperto para fixação da peça deve ser entre 80 a 85 Nm. A força de união da tampa protetora que engata por fora ou por dentro, tem aproximadamente 10 Nm. Ela pode ser facilmente montada à mão e a eficácia na proteção é comprovada.

As tampas protetoras só podem ser usadas uma vez, pois, podem ser danificadas na desmontagem. Não é permitido o funcionamento da polia de roda livre sem a tampa protetora. A instalação da peça sem essa proteção tem a garantia cancelada.

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