Veja quais cuidados devem ser tomados para preservar a durabilidade e bom funcionamento das juntas homocinéticas

Há dois pontos muito importantes da geometria que influenciam diretamente na durabilidade das juntas homocinéticas. O primeiro deles é a cambagem e o outro é a centralização da caixa de direção.

A cambagem excessivamente negativa, força o eixo homocinético para fora. Nessa situação, as esferas trabalham na extremidade. Portanto, em lombadas, buracos ou excesso de peso, a junta deslizante tende a desmontar. E desse modo, quebra a gaiola e o anel interno.

Outro ponto importante é a centralização da caixa de direção. Quando o ângulo de esterçamento ultrapassa o limite recomendado, força o anel interno, a gaiola e as esferas da junta homocinética. Desse modo, as pistas internas das esferas ficam marcadas, provocando folgas, ruídos, entre outros.

A Nakata dá duas dicas:

  1. Problemas estruturais como longarina torta ou coxim do motor ou até mesmo câmbio quebrado, também podem levar a quebra da junta homocinética. Portanto, é importante examinar se a estrutura do veículo está preservada e sem sinais de batida.
  2. Aplicação de eixos homocinéticos não originais não é recomendado. Algumas vezes são feitas adaptações que acabam diminuindo as dimensões especificadas pela montadora. Essa prática força a junta deslizante a trabalhar fora de posicionamento o que gera a fratura da peça.

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